Como hei-de segurar a minha alma para que não toque na tua? Como hei-de elevá-la acima de ti, até outras coisas? Ah, como gostaria de levá-la até um sítio perdido na escuridão até um lugar estranho e silencioso que não se agita, quando o teu coração treme. Pois o que nos toca, a ti e a mim, isso nos une, como um arco de violino que de duas cordas solta uma só nota. A que instrumento estamos atados? E que violinista nos tem em suas mãos?
* vou mergulhar nestas palavras irregulares e navegar até à linha do horizonte * no mar imenso afiguram-se sorrisos luminosos e mãos agitadas embalando corações vibrantes, a Oriente *
3 comentários:
o que nos une solta-nos a mão.
foi aquilo que ficou, depois de ler tudo. é com esse verso que vou atravessar a noite ;-)
Tenha um BOM DIA com
MOKAMBO MOKAMBO
...
MOKAMBO !
* vou mergulhar nestas palavras irregulares e navegar até à linha do horizonte * no mar imenso afiguram-se sorrisos luminosos e mãos agitadas embalando corações vibrantes, a Oriente *
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