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Sete caminhos andei. Cheguei.
Sete perigos passei. Passou.
Sete demandas venci. Conquistei.
Sete vezes tentaram me derrubar. Mais em pé fiquei.
(...)
palavras de(o) (z)Fé
Terça-feira, 8 de Junho de 2010
Quarta-feira, 2 de Junho de 2010
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Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro.
A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
" - Não roubarás!"
" - Devolva o lápis do coleguinha!"
" - Esse apontador não é seu, minha filha!"
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem!
Dirão:
“ - Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba.”
E eu vou dizer:
”- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.”
Dirão:
" - É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”.
E eu direi:
” - Não admito! Minha esperança é imortal!”
E eu repito, ouviram?
IMORTAL!!!
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.
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Composição: Elisa Lucinda
Segunda-feira, 31 de Maio de 2010
Quarta-feira, 26 de Maio de 2010
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Any time tomorrow I will lie and say I'm fine
I'll say yes when I mean no
And any time tomorrow
The sun will cease to shine
There's a shadowman who told me so
I'll say yes when I mean no
And any time tomorrow
The sun will cease to shine
There's a shadowman who told me so
Any time tomorrow the rain will play a part
Of a play I used to know
Like no other
Used to know it all by heart
But a shadowman inside has let it go
...
shadow man - k's choice
imagias #22
um dia esquecemos que outros antes falharam
que a arrogância faz de nós coisas incompletas
como se nos pudessemos elevar sem prejuízo
da matemática ou mesmo da engenharia e
se fizessem artesanais e simples os beijos
como se estivéssemos livres de artifício
agora quando me falas nessa língua estrangeira
é como se o verbo coxeasse pela sintaxe deslocada
e as palavras tomassem um sentido que não sinto
por cláudia caetano
que a arrogância faz de nós coisas incompletas
como se nos pudessemos elevar sem prejuízo
da matemática ou mesmo da engenharia e
se fizessem artesanais e simples os beijos
como se estivéssemos livres de artifício
agora quando me falas nessa língua estrangeira
é como se o verbo coxeasse pela sintaxe deslocada
e as palavras tomassem um sentido que não sinto
por cláudia caetano
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