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Do silêncio constrói-se o pensamento
que da palavra julga saber tudo.
Audaz, o refriado e longíncuo, o monumento.
De nada se untara, tão só, o desafio chorudo.
Padeci à desgarrada
enquanto da desfolhada se quebra o ritmo...
Era sede de água enfatigada,
sede de tudo, de muito mais e nada!
Particularmente de vinho!
Correria licorada subiu à tona,
era noite fria mas não na masmorra...
Que dessa se habitara somente a fona
lacremejada, ah PORRA!
Ao traulitar a cantiga à tôa
(sedenta por burburinhos irritadiços...),
esticarei a pálpebra, mas que isso não doa...
Pois em quebras enchergarei meus espirros!
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Do silêncio constrói-se o pensamento
que da palavra julga saber tudo.
Audaz, o refriado e longíncuo, o monumento.
De nada se untara, tão só, o desafio chorudo.
Padeci à desgarrada
enquanto da desfolhada se quebra o ritmo...
Era sede de água enfatigada,
sede de tudo, de muito mais e nada!
Particularmente de vinho!
Correria licorada subiu à tona,
era noite fria mas não na masmorra...
Que dessa se habitara somente a fona
lacremejada, ah PORRA!
Ao traulitar a cantiga à tôa
(sedenta por burburinhos irritadiços...),
esticarei a pálpebra, mas que isso não doa...
Pois em quebras enchergarei meus espirros!
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