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sábado, 24 de maio de 2008

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Da enchente se alargara a exorbitância
Falida a negrura extrema e míngua,
Que do fogo de vista diminuido da inconstância
se montou privada a pele e língua....

De nada se desvela esta prevaricação minha.
Exagerada em febre obscura e requintada,
extrema unção ao útero, feto, cria untada!
Sovinice em pão-durismo, fertilidade e fominha...

Diminuida a carência desta avareza remota
estéril a suspeita, o desregramento dos exageros.
Traído descomedimento inundado em enredos...
Obscuro o requinte esmerado,
afecto desregrado
imoderado em pleonasmo!

Quando de mota

Ando!

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